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Sobre: Portalegre

Setembro 11, 2015

Manifesto Eleitoral

Este é o Manifesto Eleitoral dos candidatos a deputados do Bloco de Esquerda do Distrito de Portalegre. É diferente de outros manifestos apesar do País ser o mesmo e os problemas muito semelhantes a outras regiões. O País é o mesmo mas as políticas para o interior transformam-no em duas realidades muito distintas.

A representatividade e a capacidade da região para ser ouvida está limitada a dois deputados que são eleitos com mais de 20 mil votos. O distrito tem sido castigado pela ausência de uma verdadeira regionalização que permita ao interior ter uma presença na política nacional que integre outros factores que não e apenas o número de habitantes e o dinheiro que movimenta. Outros valores como o ambiente, a natureza, a economia local, o património ou a proximidade, têm estado ausentes (desvalorizados) em favor de formas de vida que nada têm a ver com a realidade de um mundo rural.

Outubro 17, 2014

Caros ouvintes, este distrito está num processo de implosão. Depois do fecho de escolas públicas por decisão política, também agora, a Escola de Artes do Norte Alentejano com 28 anos de existência, está em risco de insolvência por falta de soluções para pagar dívidas e salários em atraso. Para um ensino que se queria articulado, falha precisamente na falta de articulação entre estas escolas e o Ministério da Educação. O principal problema está no modelo de financiamento e foi o governo que decidiu colocar estas escolas a depender dos fundos europeus. Nos últimos 3 anos com a alteração no modelo de financiamento, esta Escola tem perdido entre 125 e 150 mil euros por ano. Ora, se existem dívidas e estas Escolas dependem do POPH, um Fundo Social Europeu, temos aqui uma “pescadinha de rabo na boca” que limita uma solução e ajuda a promover as escolas privadas. O Estado desinvestiu nestas escolas e é importante sabermos através do Ministério qual a situação financeira do ensino articulado da música, ou seja, em que condições está a ser garantida a gratuitidade deste tipo de ensino para os alunos que frequentam a rede pública de ensino.

Maio 9, 2014

A cabeça de lista do Bloco de Esquerda (BE) às eleições europeias, Marisa Matias, criticou a ausência de investimentos no interior do país, ao comentar o Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas (PETI), apresentado pelo governo, para o período 2014-2020.

A bloquista, que falava em Portalegre, diz que o PETI "é um plano de um país que não tem interior, e mais grave do que isso, é muito centralista".

Maio 7, 2014

Com Catarina Martins, Marisa Matias, Helena Figueiredo, António Ricardo e Jaime Abreu. Ver cartaz.  Ponte Sor, zona ribeirinha - junto às piscinas, 21h.

Março 27, 2014

A Comissão Coordenadora Distrital de Portalegre do Bloco de Esquerda considera que o actual estado em que se encontra o distrito é o mais grave dos últimos 40 anos.

A grave situação económica e social colocaram o distrito de Portalegre como um dos principais exportadores de mão de obra para o estrangeiro devido ao elevado número de desempregados, 12.300, e da ausência de políticas que dinamizem a economia local e regional.

As centenas de famílias que vivem apoiadas pelas diversas instituições sociais no distrito, não conseguem ver o fim do enorme pesadelo que lhes caiu em cima.

Setembro 10, 2021
Junho 30, 2021

    O movimento reivindicativo dos trabalhadores tem ano após ano a diminuir drasticamente no distrito. Os trabalhadores agrícolas há muito que deixaram de lutar, coincidindo com o fim da reforma agrária. Cabendo aos trabalhadores do Estado e das Autarquias, conjuntamente com os setores da Educação e da Saúde e dos CTT a fazerem paralisações e greves nos últimos anos, em defesa dos postos de trabalho e das condições de vida e de trabalho.

Junho 11, 2021

            O candidato presidencial do bloco central PS-PSD-CDS (Neoliberal) ganhou com toda a naturalidade no distrito de Portalegre (55,71%), exceção foi a freguesia de S. Vicente e Ventosa no concelho de Elvas, onde o candidato vencedor foi o Ventura.

           O Candidato presidencial da Extrema direita (Neofascista) André Ventura obteve uma média distrital de 20.04% dos votos, os quatros concelhos onde obteve maior votação foram: Monforte (31,41%), Elvas (28,76%), Alter do Chão (25,25%) e Arronches (24,66%).

           A Candidata presidencial do Bloco de Esquerda Marisa Matias ficou em quinto lugar e teve uma média distrital de 3,13% de votos, os concelhos com maior votação foram: Campo Maior (4,10%), Castelo de Vide (3,97%), Marvão (3,87%) e Arronches (3,85%).

           O candidato presidencial do PCP João Ferreira teve 7,27% e a candidata presidencial independente, Ana Gomes 10,22%.

           Como interpretar esta votação? Que lições tirar para o trabalho imediato e futuro do nosso partido movimento?

           Podemos dizer que foi um voto de protesto, pelo esquecimento a que o Alentejo no particular e o interior no geral foi votado, pelos partidos que nos têm governo e pelos que mesmo sem serem governo, de uma forma ou de outra, tem colaborado ativamente ou então pela inércia, embora fazendo muito barulho, mas depois na prática os resultados são diminutos?

           Forçosamente temos que olhar para trás, para a história dos últimos cem anos, que nos trouxe aqui, entender a realidade de hoje, e depois agir e influenciar. Este olhar é necessariamente demorado, pese embora os variadíssimos estudos e análises que existem sobre o assunto, nunca é demais reavivar, reanalisar e repensar o passado recente, ele leva-nos a entender o presente e para nós marxistas, que lutam pelo ecossocialismo é de fundamental importância.

Maio 24, 2021

- Intervenção de António Ricardo, membro da CCD de Portalegre

 

A Regionalização é um imperativo nacional e não só das regiões do interior!

A promoção do desenvolvimento económico e social das regiões de forma sustentada no ordenamento do território, ambiente, conservação da natureza e recursos hídricos, equipamentos sociais e vias de comunicação, educação e formação profissional, cultura, património histórico, etc.

O aprofundamento da democracia participativa, da governação democrática e a aproximação dos centros de decisão às populações.

É necessário primeiro definir o modelo: Regiões Políticas e Administrativas ou Regiões apenas administrativas que apenas serão órgãos de mais burocracia ao serviço do poder centralizado.

Maio 24, 2021

Decorreu no passado fim de semana a XII Convenção do Bloco de Esquerda, no Pavilhão de Desportos e Congressos de Matosinhos da ordem de trabalhos faziam partes 3 pontos:

- Alterações aos estatutos

- Discussão e votação das moções de orientação política

- Eleição da Mesa Nacional e Comissão de Direitos

Para a Mesa Nacional foram eleitos pela moção E dois delegados do nosso distrito, membros da Comissão Coordenadora Distrital:

Higino Maroto – Elvas

Márcia Cruz – Campo Maior

Saudamos este fato, pela primeira vez o distrito tem dois representantes na direção do Partido/Movimento.

Portalegre, 24/05/2021

O Secretariado

Abril 30, 2021

O distrito será representado por nove delegadas/os, a sufrágio a realizar no dia 15 de Maio de 2021, apresentam-se 2 listas, Moção E: ENFRENTAR O EMPOBRECIMENTO POLARIZAR À ESQUERDA e Plataforma A: PLATAFORMA DO INTERIOR.

Abril 29, 2021

Foi ontem eleita a nossa Comissão Concelhia, a sufrágio apresentou-se apenas uma lista, encabeçada pelo camarada João Varela.

Foram eleitas/os as/os camaradas,

Efectivos:

- João Varela,

- Joaquim Martins,

- Vitória Rato,

- Carlos dos Santos,

- Maria José Pinheiro

Suplentes:

- Artur Calado,

- Adelino Candeias,

- Anabela Calado.

Abril 25, 2021
O Secretariado da Comissão Coordenadora Distrital de Portalegre do Bloco de Esquerda, saúda e festeja a passagem de mais um aniversário do 25 de Abril de 1974, saúda os militares que nessa madrugada tiveram a coragem de enfrentar o regime fascista e libertar o país de uma longa ditadura de quase 50 anos, que mantinha amordaçado o povo, obrigando-o a uma vida de miséria, à emigração e à guerra aos povos das ex-colónias.
Julho 1, 2020

 Pergunta com pedido de resposta escrita

à Comissão

Artigo 138.º do Regimento

 Marisa Matias (GUE/NGL),  José Gusmão (GUE/NGL)

 

Assunto: Central nuclear de Almaraz - Falhas graves e recorrentes de segurança

A central nuclear de Almaraz continua a ser protagonista de diversas notícias e relatórios que

denunciam falhas graves de segurança, constituindo uma ameaça ambiental e de saúde pública para

o Estado Espanhol e para Portugal.

Apesar de todos os alertas e dos vários acidentes e incidentes que se têm verificado, mais dois

registados só na última semana, as três eléctricas espanholas que exploram Almaraz têm prorrogado

o seu funcionamento, agora previsto até 2028. Esta prorrogação reforça a possibilidade de

ocorrência de um acidente com repercussões preocupantes ou irreversíveis.

Interpelámos a Comissão Europeia que, em 2016, indicou não estar ainda decorrido o prazo de

transposição da Directiva 2009/71/Euroatom, actualizada em 2014.

Estando já terminado esse prazo desde 2017, de que forma justifica a Comissão o não cumprimento

dos padrões aí estabelecidos?

Que medidas tem tomado, e continuará a tomar, a Comissão para assegurar que o Estado Espanhol

cumpre as disposições comunitárias aplicáveis?

No caso de concluir pelo incumprimento, irá a Comissão pressionar o Estado Espanhol a encerrar a

central nuclear de Almaraz?

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